domingo, 20 de dezembro de 2009

Meu Deus! Que absurdo é esse que acontece comigo?!

Por que eu sofro tanto por coisas, que aos olhos do outro, parecem tão banais?!

Por que essa necessidade irracional de querer estar junto das pessoas que amo, ao ponto de um simples “não vou mas poder ir” conseguir me fazer chorar?!

Por que bate essa angustia de achar que as pessoas não gostam de mim o tanto que gosto delas, mesmo sabendo que isso não é verdade?!

Por que...

Por que...

Tantos “Por quês” e nenhuma resposta! Acho que eu tenho medo.

Medo ficar sozinha, acho que é única explicação.

Enfim... foi só um desabafo!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Blog do Marley


Meu candidato no Rio

Muitos brincam comigo na rua dizendo que já sabem quem é meu candidato a prefeito do Rio. Estão enganados. Eu ainda não decidi meu apoio por uma questão muito simples: eu esqueci qual que era a minha opinião. Acho importante um artista declarar seu voto. Portanto, peço um pouco de paciência. Vai dar tudo certo. Don’t worry about a thing (principalmente com a thing), cause every little thing gonna be all right. Daqui a pouco eu lembro. Tá aqui, me queimando a ponta da língua. Pior é que eu tinha algo muito legal para falar, algo que iria mudar o seu voto. Detesto quando isso acontece. Dá uma sensação de... de... de... como é mesmo? Uma sensação de vazio. É isso: um vazio. Me deu uma vontade de preenchê-lo com um doce, bem doce, daqueles que doem a arcada dentária de tão doce que são. Vou preparar um brigadeiro de colher e daqui a pouco eu volto.

Minha esposa – a Rita – me comprou um bloquinho de Post-it amarelo (ou era rosa?) para auxiliar minha memória. Espalhei vários pela casa, praticamente etiquetei tudo o que encontrei pela frente. Chave de casa. Documentos. Guitarra. Carteira. Escova de dente. Pente. Não. Pente, não. Celular. Filho maior. Filho do meio. Recém-nascido. Rita. Coloquei até um na gaveta onde guardei o bloquinho com a inscrição “Post-it guardado aqui”. Mas se passaram dois dias, e precisei do papelzinho para outra finalidade. Estava ótimo. Isso desesperou Rita, que começou a me xingar, dizendo que não agüentava mais, que já tinha ido ao limite. Teve um acesso de fúria e depois caiu aos prantos. Peguei o violão e me veio uma inspiração. Uma letra que começa com “Bem que eu me lembro...” e termina com um refrão mais ou menos assim: “No woman, no cry”. Mas isso não vem ao caso agora. Ah, me ocorreu uma vaga lembrança de uma das letras e um dos números que indicavam o meu candidato. Se não me engano, era algo com D2, coligação pepepê, quequequê, perepepê.




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